sexta-feira, 18 de maio de 2012

Informativo da Sala de Recurso Multifuncional - SRM


Centro de Educação de Jovens e adultos – CEJA
Sala de Recurso Multifuncional - SRM


#O que é o Atendimento Educacional Especializado – AEE?
É um serviço da educação especial que “[...] Identifica, elabora e organiza recursos pedagógicos e de acessibilidade, que eliminem as barreiras para a plena participação dos alunos, considerando suas necessidades especificas” (SEESP/MEC, 2008).

#Função do AEE.
O AEE complementa e/ou suplementa a formação do aluno, visando a sua autonomia na escola e fora dela.

#Aluno público-alvo conforme estabelecido na Política de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva e no Decreto N.6.571/2008.
- Alunos com deficiência – (ONU, 2006).
- Transtornos globais do desenvolvimento (autismo, síndromes do espectro do autismo e psicose infantil – (MEC/SEESP, 2008)
- Alunos com altas habilidades/ superlotação- (MEC/SEESP, 2008)

# Onde acontece o atendimento?
  O AEE é ofertado preferencialmente na mesma escola comum em que o aluno estuda, em turno contrário.

#Atribuição do professor de AEE?
a) identificar, elaborar, produzir e organizar serviços, recursos pedagógicos, de acessibilidade e estratégias, considerando as necessidades específicas dos alunos de forma a construir um plano de atuação para eliminá-las (MEC/SEESP, 2009).
b) Reconhecer as necessidades e habilidades do aluno. Ao identificar certas necessidades do aluno, o professor de AEE reconhece também as suas habilidades e, a partir de ambas, traça o seu plano de atendimento. Se ele identifica necessidade de comunicação alternativa para o aluno, indicam recursos como a prancha de comunicação, por exemplo; se observa que o aluno movimenta a cabeça, consegue apontar com o dedo, piscar, essas habilidades são consideradas por ele para a seleção e organização de recursos educacionais e de acessibilidade.
c) Produzir materiais tais como textos transcritos, materiais didático-pedagógicos adequados, textos ampliados, gravados, como, também, poderá indicar a utilização de softwares e outros recursos tecnológicos disponíveis.

d) Elaborar e executar o plano de AEE, avaliando a funcionalidade e a aplicabilidade dos recursos educacionais e de acessibilidade (MEC/SEESP, 2009). Na execução do plano de AEE, o professor terá condições de saber se o recurso de acessibilidade proposto promove participação do aluno nas atividades escolares. O plano, portanto, deverá ser constantemente revisado e atualizado, buscando-se sempre o melhor para o aluno e considerando que cada um deve ser atendido em suas particularidades.
É um serviço da educação especial que “[...] Identifica, elabora e
organiza recursos pedagógicos e de acessibilidade, que eliminem
as barreiras para a plena participação dos alunos, considerando
suas necessidades especificas” (SEESP/MEC, 2008).
O AEE complementa e/ou suplementa a formação do aluno, visando a sua autonomia na escola e fora dela.

- Alunos com deficiência – (ONU, 2006).
- Transtornos globais do desenvolvimento (autismo, síndromes do espectro do autismo e psicose infantil – (MEC/SEESP, 2008)
- Alunos com altas habilidades/ superlotação- (MEC/SEESP, 2008)

O AEE é ofertado preferencialmente na mesma escola comum em que o aluno estuda, em turno contrário.
a) identificar, elaborar, produzir e organizar serviços, recursos pedagógicos, de acessibilidade e estratégias, considerando as necessidades específicas dos alunos de forma a construir um plano de atuação para eliminá-las (MEC/SEESP, 2009).
b) Reconhecer as necessidades e habilidades do aluno. Ao identificar certas necessidades do aluno, o professor de AEE reconhece também as suas habilidades e, a partir de ambas, traça o seu plano de atendimento. Se ele identifica necessidade de comunicação alternativa para o aluno, indicam recursos como a prancha de comunicação, por exemplo; se observa que o aluno movimenta a cabeça, consegue apontar com o dedo, piscar, essas habilidades são consideradas por ele para a seleção e organização de recursos educacionais e de acessibilidade.
c) Produzir materiais tais como textos transcritos, materiais didático-pedagógicos adequados, textos ampliados, gravados, como, também, poderá indicar a utilização de softwares e outros recursos tecnológicos disponíveis.

d) Elaborar e executar o plano de AEE, avaliando a funcionalidade e a aplicabilidade dos recursos educacionais e de acessibilidade (MEC/SEESP, 2009). Na execução do plano de AEE, o professor terá condições de saber se o recurso de acessibilidade proposto promove participação do aluno nas atividades escolares. O plano, portanto, deverá ser constantemente revisado e atualizado, buscando-se sempre o melhor para o alu

e) Organizar o tipo e o número de atendimentos (MEC/SEESP, 2009). O professor seleciona o tipo do atendimento, organizando, quando necessários, materiais e recursos de modo que o aluno possa aprender a utilizá-los segundo suas habilidades e funcionalidades. O número de atendimentos semanais/ mensais varia de caso para caso. O professor vai prolongar o tempo ou antecipar o desligamento do aluno do AEE, conforme a evolução do aluno.

f) Acompanhar a funcionalidade e a aplicabilidade dos recursos pedagógicos e de acessibilidade na sala de aula comum do ensino regular, bem como em outros ambientes da escola (MEC/SEESP, 2009). O professor do AEE observa a funcionalidade e aplicabilidade dos recursos na sala de aula, as distorções, a pertinência, os limites desses recursos nesse e em outros ambientes escolares, orientando, também, as famílias e os colegas de turma quanto ao uso dos recursos.

g) Ensinar e usar recursos de Tecnologia Assistiva, tais como: as tecnologias da informação e comunicação, a comunicação alternativa e aumentativa, a informática acessível, o soroban, os recursos ópticos e não ópticos, os softwares específicos, os códigos e linguagens, as atividades de orientação e mobilidade (MEC/SEESP, 2009).

#A FORMAÇÃO DE PROFESSORES PARA O AEE:
Para atuar no AEE, os professores devem ter formação específica para este exercício, que atenda aos objetivos da educação especial na perspectiva da educação inclusiva. Nos cursos de formação continuada, de aperfeiçoamento ou de especialização, indicados para essa formação, os professores atualizarão e ampliarão seus conhecimentos em conteúdos específicos do AEE, para melhor atender a seus alunos.
#São conteúdos do AEE:
 Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS e LIBRAS tátil; Alfabeto digital; Tadoma; Língua Portuguesa na modalidade escrita; Sistema Braille; Orientação e mobilidade; Informática acessível; Sorobã (ábaco); Estimulação visual; Comunicação alternativa e aumentativa - CAA; Desenvolvimento de processos educativos que favoreçam a atividade cognitiva.
#São recursos do AEE:
Materiais didáticos e pedagógicos acessíveis (livros, desenhos, mapas, gráficos e jogos táteis, em LIBRAS, em Braille, em caracter ampliado, com contraste visual, imagéticos, digitais, entre outros); Tecnologias de informação e de comunicação (TICS) acessíveis (mouses e acionadores, teclados com colméias, sintetizadores de voz, linha Braille, entre outros); e Recursos ópticos; pranchas de CAA, engrossadores de lápis


"Se uma criança não pode aprender da maneira que é ensinada, é melhor ensiná-la da maneira que ela pode aprender."
                                                                                  MARION WELCHMANN    


quinta-feira, 17 de maio de 2012

Orientação de como aluna utilizar o NVDA


NVDA é uma plataforma para a leitura de tela, um programa em código aberto que vai “ler” o Windows para facilitar a inclusão digital de deficientes visuais.


 NVDA é um acrônimo para “NonVisual Desktop Access”, traduzido para o português, significa desktop de acesso não visual.

Aluna com cegueira utilizando NVDA

NVDA, proporcionando a aluna autonomia para o acesso à internet.

terça-feira, 8 de maio de 2012

Atendimento Educacional Especializado Pessoa com Surdez


Organização de um texto que foi trabalhado com os alunos surdos, para melhor uma compreenção da leitura.


Organização
do texto fatiado
pelos alunos com surdez
Alunos com surdez do CEJA







O bambu chinês 




Depois de plantada a semente deste incrível arbusto,

não se vê nada, por aproximadamente 5 anos

exceto lento desabrochar de um diminuto broto,

a partir do bulbo.


Durante 5 anos, todo o crescimento é subterrâneo,

invisível a olho nu, mas uma maciça e fibrosa estrutura de raiz,

que se estende vertical e horizontalmente pela terra

está sendo construída.


Então, no final do 5º. Ano, o bambu chinês,

cresce até atingir a altura de 25 metros.


Um escritor de nome Covey escreveu:

Muitas coisas na vida pessoal e profissional

são iguais ao bambu chinês.


Você trabalha, investe tempo, esforço,

faz tudo o que pode para nutrir seu crescimento, e,

às vezes não vê nada por semanas, meses, ou anos.


Mas se tiver paciência para continuar trabalhando, persistindo e

nutrindo, o seu 5º Ano chegará, e, com ele,

virão um crescimento e mudanças que você jamais esperava.


O bambu chinês nos ensina que não devemos facilmente

desistir de nossos projetos, de nossos sonhos, de nosso trabalho,

especialmente de um projeto fabuloso, que envolve mudanças...

de comportamento, de pensamento, de cultura e de sensibilização.


Devemos sempre lembrar do bambu chinês,

para não desistirmos facilmente

diante das dificuldades que surgirão.


Procure cultivar sempre dois bons hábitos em sua vida:

a Persistência e Paciência,

pois você merece alcançar todos os seus sonhos!!!


É preciso muita fibra para chegar às alturas e,

ao mesmo tempo,

muita flexibilidade para se curvar ao chão.


Autor Desconhecido
Imagem da internet